sexta-feira, 19 de agosto de 2011

De certa forma, após dias de intenso sofrimento, sinto-me mais forte que antes desse episódio do desaparecimento de minhas gatinhas. O desespero quase venceu, mas quando ele estava prestes a me dominar, uma força vinda do mais profundo do meu ser me disse que eu deveria lutar para recuperar minha felicidade.
E se não é para ser feliz, então para quê a gente vive?
Ora, a felicidade é tudo, ser feliz é o que faz a vida valer a pena.
Hoje, eu sou outra, de tanto que me sinto renovada interiormente.
Ficou definido que, em face da obtenção da graça por mim alcançada, farei duas mudanças em minha vida. A primeira, na verdade, é apenas a sedimentação de uma postura antes dúbia em meu hábitos alimentícios. Agora, carne realmente saiu para sempre, indefinidamente do meu cardápio. Não sou mais uma vegetariana que se concede de vez em quando comer um pedacinho ou outro de carne. Agora é não, nunca e de forma alguma ingerir carne. A segunda, é a decisão de desfazer-me de todas as peças de couro que tenho e jamais voltar a usar nada desse material até o fim de minha vida.

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